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Banda faz concerto em homenagem ao Dia do Soldado, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro
Em comemoração ao Dia do Soldado, a FUNCEB promove, em parceria com Comando Militar do Leste, uma apresentação da Banda Sinfônica do Exército no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 25 de agosto, com ingressos a R$ 1.

Não poderia haver melhor comemoração: um dos mais imponentes e importantes teatros brasileiros será palco da homenagem ao Dia do Soldado. Num palco para lá de especial, que recebe os principais artistas nacionais e internacionais, a consagrada Banda Sinfônica do Exército, diversas vezes premiada pela sua excelência, sob a regência de Benito Juarez.

Esse evento mais do que aguardado acontece dia 25 de agosto, em comemoração ao dia do soldado, organizado pelo Comando Militar do Leste, Departamento de Cultura e Educação do Exército (DECEX), além da Fundação Cultural Exército Brasileiro FUNCEB, com apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

Na ocasião, os ingressos custarão R$ 1. Conheça o programa e não perca a oportunidade de ver um belíssimo espetáculo com preços extremamente populares num dos mais belos teatros do Brasil.

Clique aqui para baixar a programação em pdf.



História Teatro Municipal
Um dos mais imponentes e belos prédios do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal foi inaugurado em 14 de julho de 1909. Erguido de frente para a Praça Floriano, conhecida como Cinelândia, no centro da cidade, o Theatro Municipal é a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Sua história é fascinante e se mistura com a trajetória da cultura do País. Ao longo de pouco mais de um século de existência, o Theatro tem recebido os maiores artistas internacionais, assim como os principais nomes brasileiros, da dança, da música e da ópera.

A ideia de um teatro nacional com uma companhia teatral estatal já existia desde meados do século XIX e foi defendida, entre outros, pelo grande ator e empresário João Caetano. Mas o projeto só começou a ganhar consistência no final daquele século, com o empenho do dramaturgo Arthur Azevedo (1855-1908). A luta incansável de Azevedo foi travada nas páginas dos jornais e acabou por trazer resultados. O dramaturgo, entretanto, não viveu o suficiente para ver seu sonho concretizado, morrendo nove meses antes do Theatro ser inaugurado.

Prefeito do Distrito Federal, entre os anos de 1902 e 1906, o engenheiro Pereira Passos o planejou como o toque final da reforma que realizou na cidade do Rio de Janeiro, sendo o Theatro construído com base na fusão do projeto arquitetônico de Francisco de Oliveira Passos, com o de Albert Guilbert, que haviam empatado no concurso organizado para o projeto do novo teatro. O desenho do prédio foi inspirado no da Ópera de Paris, construída por Charles Garnier (veja mais em arquitetura).

Inicialmente, o Theatro foi apenas uma casa de espetáculos, que recebia principalmente companhias estrangeiras, na maioria trazidas da Itália e da França. A partir da década de 30, o Municipal passou a ter seus próprios corpos artísticos: orquestra, coro e ballet (para a história de cada um deles veja Diretoria Artística). Os três continuam em plena atividade e realizam várias produções próprias a cada ano. Hoje, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro é a única instituição cultural brasileira a manter simultaneamente um coro, uma orquestra sinfônica e uma companhia de ballet.

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